Brasil Sem Miséria: técnicos de Ater recebem formação na Bahia e Minas Gerais
As ações de estruturação produtiva no meio rural do Plano Brasil Sem Miséria começaram a ser implantadas a partir desta segunda-feira (12) com a realização de cursos de orientação dos profissionais que vão prestar assistência técnica (ATER) a dez mil famílias com renda mensal inferior a R$ 70,00 por pessoa em municípios dos Territórios da Cidadania de Irecê (BA), Velho Chico (BA) e Serra Geral (MG). O treinamento precede o início dos trabalhos de campo, que serão realizados a partir de outubro.
O curso Orientação de Técnicos para atuação no Plano Brasil Sem Miséria é realizado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), que coordena o Plano Brasil Sem Miséria, e (incluir SPM e Sepir) a Embrapa. Até sábado (17), nos municípios de Janaúba (MG), Bom Jesus da Lapa (BA) e Irecê (BA), serão formados 136 técnicos das instituições Centro de Agricultura Alternativa do Norte de Minas (CAA), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG), Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA) e Cooperativa de Trabalho do Estado da Bahia (Cooteba), que venceram a chamada pública lançada pelo MDA no dia 6 de junho.
Durante os cursos, os técnicos receberão formação sobre o Plano Brasil Sem Miséria, políticas públicas como o Garantia-Safra, o Pronaf, os programas de Aquisição de Alimentos (PAA) e Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e o Bolsa Família, e políticas para as mulheres e de inclusão social. Os conteúdos também abordam questões relacionadas a gênero, raça e etnia, caracterização da pobreza rural extrema e diagnóstico, projeto de estruturação produtiva e acompanhamento das famílias por meio do Sistema de Monitoramento e Avaliação de Ater no Plano Brasil Sem Miséria.
O ministro Florence destacou a importância do trabalho dos técnicos. “Este trabalho vai permitir que com fomento, assistência técnica e acesso aos mercados institucionais os agricultores e agricultoras familiares entrem numa dinâmica virtuosa da agricultura familiar e melhorem a sua qualidade de vida.”
Fonte: MDA


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