Ministro Pepe Vargas anuncia investimentos para agricultura familiar na Bahia

Aumentar a renda no campo, tendo a agricultura familiar como modelo de produção para o desenvolvimento do país. Este é um dos objetivos do Plano Safra 2012/2013, voltado para a Bahia, lançado na tarde da última segunda-feira, 6, pelo ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA), Pepe Vargas, e pelo governador do estado, Jaques Wagner. O evento reuniu, em Salvador, representantes do setor, de movimentos sociais, agricultores familiares e políticos ligados ao segmento.

O plano prevê a aplicação de R$1,2 bilhão na agricultura familiar do estado, que concentra o maior número de agricultores familiares no Brasil. Os recursos são destinados à assistência técnica e extensão rural (Ater), gestão territorial, comercialização, cobertura de renda e garantia de preços e mínimo. A maior parte dos recursos está no Pronaf, que disponibilizará aos agricultores baianos R$ 1 bilhão, sendo R$ 600 milhões para operações de investimento e R$ 400 milhões para custeio. 

O ministro Pepe Vargas apresentou para os agricultores baianos as mudanças do Plano Safra 2012/2013. “Nós acreditamos que haverá aumento de volume contratado nessa safra. Uma das mudanças deste plano safra é o aumento da renda de enquadramento para acessar o Pronaf, o que significa juros mais baixos. E quando o juros caem, permite que um número maior de produtores possa contratar o crédito”, explicou Pepe. O limite de renda bruta anual do agricultor familiar para acessar as linhas de crédito do Pronaf passou de R$ 110 mil para R$ 160 mil.

Vargas também mencionou a ampliação do volume total de recursos destinado ao Plano Safra para Agricultura Familiar, que da safra de 2002/2003 para 2012/2013 cresceu 400%. Naquela época, o investimento na agricultura familiar brasileira foi de R$3,9 bilhões e, hoje, é de R$ 18 bilhões. “É a agricultura familiar que produz a ampla maioria dos alimentos que chega à mesa dos brasileiros, ela é fundamental para soberania alimentar do nosso país. A agricultura familiar é prioritária para o governo brasileiro”, informou o ministro que definiu os agricultores familiares como “grandes agricultores de pequenas propriedades”.

Pepe Vargas assegurou que as políticas do governo estadual são complementares as ações estruturantes de apoio e fomento à agricultura familiar do governo federal. “Como, por exemplo, quando o governo estadual equaliza as taxas de juros”, exemplificou.

Na ocasião, secretário de Estado da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária, Eduardo Salles, apresentou o Plano Safra da Agricultura e Pecuária da Bahia 2012/2013. 

Plano Safra da Agricultura Familiar 2012/2013 na Bahia, R$ 1,2 bilhão, sendo:


  •   Pronaf: R$ 1 bilhão
  •   Ater: R$ 58,4 milhões
  • Garantia Safra: R$ 79,6 milhões 
  • Pnae: R$ 80,3 milhões 
  • PAA: R$ 8,2 milhões
  • Territórios: R$ 7,8 milhões
 FONTE: MDA


Famílias recebem capacitação em Gerenciamento de Recursos Hídricos


Durante dois dias, 25 e 26, foi realizado na sede do Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura Familiar de Conceição do Coité (SINTRAF) o Curso de Gerenciamento Hídrico (GRH). A atividade faz parte do Programa 1 Milhão de Cisterna (P1MC), desenvolvido pela Articulação do Semiárido (ASA) em parceria com o Movimento de Organização Comunitária (MOC) e o SINTRAF de Coité.

Durante os dois dias de curso trinta e cinco agricultores e agricultores famílias das comunidades de Cansanção, Balagão, Açude de Aroeira, Lagoa Ferrada, Alto, Vazante e Pedra Grande debateram sobre a importância da água e os cuidados que devem ser adotados para manutenção dos reservatórios. Os beneficiários tiveram ainda a oportunidade de conhecer como funciona o P1MC, seus objetivos e parceiros.

Nesta primeira etapa, de um total de quatro, serão construídas trinta e cinco cisternas. Ao todo cento e trinta e nove famílias serão beneficiadas pelo programa em Coité.

Na próxima segunda e terça-feira, 30 e 31, mais setenta famílias estarão participando dos cursos de GRH, um na sede do SINTRAF referente aos contemplados na segunda etapa e o outro da base sindical do Distrito de Salgadália, este para os beneficiários da terceira etapa. O inicio das atividades está previsto para as 9 horas da manhã.

FONTE: Blog SINTRAF Conceição do Coité

Parceria entre FATRES e CAR garante mais acesso à água no Território do Sisal

Construção de 500 cisternas de consumo e produção e recuperação/construção de açude e passagem molhada, são algumas das obras que a Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR) vai realizar em parceria com a FATRES nos municípios do Território do Sisal.

Até o momento foram liberadas a recuperação de um açude no Assentamento Nova Palmares e a construção de 105 cisternas em comunidades rurais, sendo 30 em Baixa Nova e 75 em Patos, no município de Conceição do Coité. Além de 180 cisternas em comunidades rurais do município de Santaluz e a construção de uma passagem molhada em Cansanção no Rio Cariacá.

As obras foram solicitadas pela FATRES em parceira com seus sindicatos filiados e associações comunitárias, através de um extenso documento enviado ao Governo do Estado no ano passado.Também estão inclusas nesse documento ações emergenciais de combate aos efeitos da seca, como limpeza e recuperação de aguadas.

O Coordenador de Finanças da FATRES, Urbano Carvalho, explicou que essas são medidas estruturantes e a sua execução vai garantir a melhoria de vida dos moradores das comunidades beneficiadas, através do acesso a água e aumento da produção para consumo próprio e comercialização da produção excedente.

Também serão atendidas as comunidades de Malhada da Areia (Araci), Flor da Açucena (Biritinga), Laranjeiras (Candeal), Jatobá (Cansanção), Serra Vermelha (Conceição do Coité), Lajedinho (Ichú), Pedra D’água (Nordestina), Fazenda de Cima (Queimadas), Riacho dos Cágados (Quijingue), Baixa do Couro (Retirolândia) e Vargem Grande, Varginha e Serra do Pintado (Valente). Todas essas comunidades aguardam a vistoria e liberação das obras pela CAR.




Limpeza do açude de Nova Palmares
  

























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FATRES planeja ações para o segundo semestre de 2012

Durante atividade de planejamento, realizada nos últimos dias 24 e 25 deste mês, a diretoria da FATRES definiu ações que serão executadas nos próximos seis meses. Esta foi a primeira atividade de planejamento da nova diretoria, eleita em maio deste ano.

Foram definidas ações para as secretarias de Mulheres, Bem Estar Social e Valorização da Melhor Idade, Juventude, Meio Ambiente, Políticas Agrícolas e Agrárias, Educação, Qualificação Profissional e Formação Política. 

Diretoria vota propostas do planejamento
Entre as ações previstas estão: Estimular programas de geração de renda, de caráter familiar, como forma de combater o trabalho infantil; Reivindicar junto ao Governo do Estado a expansão do ensino técnico profissionalizante no Território do Sisal, bem como uma política municipal de educação do campo nos municípios onde há sindicatos filiados a FATRES; Promover a capacitação de jovens para elaboração de projetos e estimular e fortalecer debates e ações de Reforma Agrária. 

De acordo com o Coordenador Geral da FATRES, João Nilton Ferreira, o planejamento será executado até o final de 2012, quando deve acontecer um novo encontro com todos os sindicatos filiados, para definir as ações de 2013.

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Arlene Freire 
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Territórios do Sisal e Bacia do Jacuípe realizam plenária Interterritorial sobre e empreendimentos solidários



Levando em consideração que 2012 foi considerado, pela Organização das Nações Unidas (ONU), o ano internacional do cooperativismo, cerca de cem pessoas de diversas organizações de empreendimentos solidários e poder público dos Territórios do Sisal e Bacia do Jacuípe participaram nesta quinta-feira, 12, da Plenária Interterritorial de economia solidária. A atividade aconteceu na sede do Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura Familiar de Conceição do Coité e contou com a participação de dezenove municípios dos dois territórios que debateram temas voltados para o desenvolvimento territorial, finanças solidárias, acesso ao crédito, relações sociais de gênero e mercado.

O objetivo do encontro foi para discutir e aprofundar as políticas da economia solidária, sua importância econômica e social na região bem como eleger os delegados que irão participar da plenária estadual marcada para o mês de outubro, com data a confirmar. Ao todo foram eleitos 15 delegados, sendo 9 dos empreendimentos solidários, 2 do poder público e 3 de assessoria.

“Este é um momento importante para o território, pois visa o desenvolvimento sustentável com geração de trabalho e renda fortalecendo e mostrando que a economia solidária existe, não só esta economia capitalista”, avalia Gisleide Carneiro, coordenadora do Subprograma de Agroindústria e Comercialização do MOC.

Apresentação dos resultados dos trabalhos de grupo

Para a Maria Luzia do Carmo, presidenta da Cooperativa dos Agricultores Familiares e Grupos de Empreendimentos Solidários de Coité – COOAFES e uma das delegadas eleita, o evento superou as expectativas pelo fato da participação efetiva de trinta e sete empreendimentos solidários como também por ter conseguido alcançar o que estava proposto.

A plenária foi organizada por um grupo de entidades formado pelo Conselho de Desenvolvimento Rural Sustentável da Região Sisaleira e da Bacia do Jacuípe (Codes), Movimento de Organização Comunitária (MOC), Agência Regional de Comercialização do Sertão da Bahia (Arco-Sertão) e União de Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária - Ba (Unicafes).


                                                                                                                                                             FONTE:Ascom SINTRAF / fotos MOC                                                                













Videoconferência faz levantamento das ações de enfrentamento à seca na Bahia

O levantamento das ações de enfrentamento à seca na Bahia foi realizado hoje (10), pelo Comitê Estadual para Ações de Convivência com a Seca, a partir de videoconferência coordenada pela Casa Civil. Participaram do evento secretários municipais, agentes públicos e prefeitos, durante transmissão que aconteceu no Instituto Anísio Teixeira (IAT), em Salvador.
Dirigentes, gestores e gerentes de unidades territoriais de 29 municípios baianos, entre eles Barreiras, Alagoinhas, Brumado, Itapetinga, Jacobina e Serrinha, esclareceram dúvidas e questionamentos com representantes do comitê.
Segundo o coordenador do comitê e secretário da Casa Civil, Rui Costa, as rodadas de perguntas e respostas foram feitas justamente para alinhar as medidas adotadas pelo governo estadual nos municípios.
“Temos várias ações funcionando, a exemplo da distribuição de alimentos, que está quase concluída. Estamos fazendo mutirões para refinanciamento de agricultores familiares junto ao Banco do Nordeste e Banco do Brasil, a população conta com abastecimento de água com carro-pipa, por meio de convênio com os municípios, já estamos instalando centenas de poços artesianos e até o fim do ano teremos 80 mil cisternas construídas e 500 poços artesianos com sistemas simplificados de abastecimento”, explicou o secretário.
Ele destacou ainda a construção das adutoras de Guanambi, que vai levar água do Rio São Francisco ao município e ficará pronta em setembro, e de Irecê, que vai abastecer cerca de 350 mil pessoas. “O que os municípios apresentaram como dificuldade foi o preenchimento de planilhas e formulários, além do andamento das prestações de conta, o que ouvimos detalhadamente e fizemos um raio X dos territórios”.
O secretário da Agricultura, Eduardo Salles, falou do reforço no processo de cadastramento dos benefícios. “Técnicos de unidades que não estão enfrentando o problema serão relocados para as cidades que necessitam de mais mão-de-obra para avançar e agilizar a liberação de crédito para pessoas prejudicadas com a seca”. Salles declarou que, para ampliar a contratação mais rápida do crédito emergencial, a partir do dia 20 deste mês, as cooperativas estarão atuando com técnicos do Banco do Nordeste na contratação.
FONTE: SECOM


UNEB atende movimento estudantil e adia provas do Vestibular 2013

A Reitoria da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), atendendo ao pedido do movimento estudantil secundarista da rede pública estadual e do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da universidade, adiou a data de aplicação das provas do Vestibular 2013.
Em reunião realizada no final da tarde de segunda-feira (9), na Reitoria, em Salvador, o reitor Lourisvaldo Valentim, membros do grupo gestor da universidade e lideranças de diversos grêmios e entidades de estudantes do ensino médio definiram, em comum acordo, os dias 13 e 14 de janeiro de 2013 para a aplicação das provas do processo seletivo. As provas do vestibular estavam previstas inicialmente para os dias 25 e 26 de novembro deste ano.
“Esta é uma vitória inédita. Vamos festejar em toda a Bahia esta conquista. Esperamos que as outras universidades públicas se sensibilizem com esta decisão da UNEB e também modifiquem as datas de seus vestibulares”, destacou o líder secundarista Gilcimar Brito.
A presidente da Associação de Grêmios e Estudantes de Salvador (Ages), Raquel Barbosa, disse que os alunos da rede estadual, que enfrentam há quase 90 dias a greve dos professores, estão muito orgulhosos com esta conquista. “É bonito perceber que existem pessoas e instituições nos apoiando”.

FONTE: SECOM

MDA assina convênio para reaproveitamento de poços artesianos na Bahia

A Secretaria de Desenvolvimento Territorial do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SDT/MDA) e a Secretaria do Meio Ambiente do Estado da Bahia, por meio da Companhia de Engenharia Ambiental e Recursos Hídricos (Cerb), assinaram convênio para a recuperação de poços artesianos no estado. O MDA vai investir R$ 3,1 milhões com contrapartida da Cerb de R$ 2,5 milhões para a implantação do Programa de Aproveitamento de Poços de Baixa Vazão e/ou Salinizados.

Os recursos serão aplicados na compra de bombas e cataventos para a retirada de água de poços com água salinizada. O líquido, impróprio para consumo humano, pode ser consumido por animais, evitando que eles morram devido à falta de água. No documento, assinado na tarde desta quinta-feira (5), em Brasília, pelo secretário da SDT, Jerônimo Rodrigues, e pelo presidente da Cerb, Bento Ribeiro Filho, está previsto o reaproveitamento de 200 poços artesianos.

O secretário de Desenvolvimento Territorial, Jerônimo Rodrigues, diz que a proposta de inclusão produtiva aliada ao enfrentamento dos efeitos da seca na Bahia revela a preocupação do MDA, em conjunto com o governo do estado, em oferecer infraestrutura para o meio rural na intenção de suprir com água, também, os pequenos rebanhos. “Este convênio é importante porque trata-se de viabilizar ações estruturantes de convivência com o semiárido”, analisou.

O presidente da Cerb, Bento Ribeiro Filho, destacou que o convênio faz parte de uma série de esforços para manter o agricultor no campo, dando condições para que ele continue produzindo, mesmo em situações climáticas adversas. “Este projeto tem como objetivo dar sustentação a este braço econômico que é a criação animal no estado da Bahia e, em conjunto com iniciativas que garantem água para o consumo humano, faz parte do rol de ações para melhorar a vida dos agricultores do semiárido”, explicou.

Sobre o Programa

A seleção dos poços utilizou como base o banco de dados da Cerb, considerando os seguintes critérios de pré-inclusão: poços perfurados e não instalados nos últimos dez anos em todos os Territórios de Identidade do Estado da Bahia e poços com águas com teor de resíduos sólidos de até 7000 mg/l, em função do limite aceitável do gado bovino e de até 12000 mg/L para caprinos e ovinos.

O projeto vai implantar 200 poços já enquadrados nesta condição. Segundo estudos existentes e adotando-se o consumo médio de cinco litros por dia por animal, cada poço aproveitado poderá manter um rebanho de gado caprino de aproximadamente 250 cabeças.

O programa está dividido em três fases: visita técnica de identificação, implantação e transferência. “Além do MDA, o arranjo institucional prevê o envolvimento da Cerb, que realizará intenso trabalho social de mobilização, implantará os equipamentos e capacitará comunidades; das prefeituras municipais, que serão parceiras; e das associações de usuários, que serão responsáveis pela futura operação e manutenção dos equipamentos”, concluiu Bento Ribeiro.

FONTE: Secretaria de Desenvolvimento Territorial

Agricultor pode vender até R$ 20 mil por ano para o PNAE


A resolução do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE/MEC) que amplia de R$ 9 mil para R$ 20 mil o teto de venda por agricultor para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) foi publicada na última quarta (4), no Diário Oficial da União. E, assim, o novo limite já está em vigor. A publicação ocorreu no mesmo dia em que o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) anunciou a novidade entre as medidas do Plano Safra da Agricultura Familiar 2012-2013.

Até junho deste ano, o agricultor familiar e empreendedor familiar rural podia vender até R$ 9 mil por ano ao PNAE. Agora, cada agricultor pode vender mais do que o dobro deste valor e chegar ao limite de R$ 20 mil ao ano. "Essa medida representa uma oportunidade para a agricultura familiar ganhar experiência em comercialização", pontua o secretário da Agricultura Familiar do MDA, Laudemir Müller. "A possibilidade de vender até R$ 20 mil permite que ele faça investimentos para melhorar sua produção e se preparar, já que agora pode vender mais que o dobro do valor para o PNAE", diz Müller.

A Resolução n° 25, de 4 de julho de 2012, altera a redação dos artigos 21 e 24 da Resolução nº 38, de 16 de julho de 2009, no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Chamadas públicas

 A resolução também determina que as entidades executoras do programa poderão divulgar suas chamadas públicas para compra da Agricultura Familiar na Rede Brasil Rural, site criado pelo MDA, além dos meios já utilizados, como rádio e jornais. A partir de 2013, a circulação dos editais na Rede poderá ser obrigatória, mediante regulamentação especifica pelo FNDE.

O coordenador da Rede Brasil Rural, Marco Antônio Viana Leite, comemora a publicação: "Isso demonstra que estamos implantando um novo mecanismo efetivo, que viabiliza e dá agilidade à comercialização da agricultura familiar", afirmou.

FONTE: Secretaria da Agricultura Familiar

FATRES inicia atividades do Projeto de Segurança Alimentar e Nutricional

Criado a partir da demanda de acampamentos e assentamentos, o Projeto de Segurança Alimentar e Nutricional (PSAN) é uma parceria entre a FATRES e a Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza.
O projeto tem como objetivo principal a promoção da segurança alimentar e nutricional de famílias acampadas a assentadas, através de ações como, implantação de viveiros de mudas nativas, bancos de sementes tradicionais, aquisição de kits para cozimentos dos alimentos e filtros de água, como forma de estruturar sistemas coletivos de produção para consumo próprio e comercialização da produção excedente, observando os princípios da sustentabilidade.
Serão atendidas 560 famílias assentadas e acampadas nos municípios de Conceição do Coité, Santa Luz, Queimadas, Cansanção, Quijingue, Biritinga e Araci, com registro na relação de beneficiários do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Nessa primeira etapa estão sendo realizadas reuniões com as comunidades para apresentar o projeto de forma detalhada.

Reuniões de apresentação do PSAN:






Centro de Apoio aos Interesses Comunitários (CEAIC), Santaluz


Acampamento no município de Araci


A equipe técnica do projeto espera que a implantação do PSAN promova a mudança de hábito alimentar nutricional, o fortalecimento das instituições e movimentos sociais e que a condição sócio-econômicas dos assentados e acampados melhore, a partir de ações de empreendedorismo, associativismo e cooperativismo.
 ASCOM FATRES
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Ações do governo federal melhoraram situação no Semiárido

As ações do governo federal mudaram a situação no Semiárido, melhorando a vida das pessoas em períodos de seca como o atual, disse na última quarta (27) a ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, ao participar da IV Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), em Brasília. “A população está passando menos fome do que passou em anos anteriores”, destacou ela, ao apresentar um conjunto de medidas estruturantes tomadas pelo governo para fazer com que as famílias da região sintam menos os efeitos da estiagem.

O tema da reunião do Consea foi a convivência com o Semiárido e os impactos da seca na segurança alimentar e nutricional. Segundo a Defesa Civil do Ministério da Integração Nacional, 1.123 municípios se encontram em situação de emergência por causa de seca este ano, atingindo mais de 6 milhões de pessoas. Essa estiagem é considerada uma das piores dos últimos 50 anos.

Até 2015, o governo federal investirá R$ 17,8 bilhões em ações de enfrentamento aos efeitos da seca. Em abril deste ano, a presidenta Dilma Rousseff anunciou o investimento de R$ 2,7 bilhões em ações emergenciais. Essas medidas emergenciais incluem a construção de cisternas, o reforço da distribuição de água por carro-pipa, a recuperação de poços, o auxílio financeiro emergencial, a antecipação dos pagamentos do Programa Garantia Safra, o apoio à atividade econômica por meio de linha especial de crédito e a venda de milho para alimentação animal a preços subsidiados.

De acordo com a ministra, que preside Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional, o programa Água para Todos tem R$ 799 milhões para a construção de cisternas que garantam o acesso à água para o consumo humano e para a produção. De 2011 até este mês, assinalou Tereza Campello, já foram entregues 123 mil cisternas para famílias da área rural do Semiárido. E a Operação Carro-Pipa do Exército, acrescentou, contratou 3.360 carros-pipa, que estão distribuindo água em 640 municípios, a um custo total de R$ 164,6 milhões.

Tereza Campello apresentou ainda dados sobre a recuperação de poços, que tem investimento de R$ 60 milhões, e a antecipação do Garantia Safra, que garante o repasse de R$ 680 em cinco parcelas para os agricultores familiares. São R$ 50 milhões nessa ação, que em este ano atendeu 770 mil agricultores.

Outra ação mencionada pela ministra foi o Bolsa Estiagem, que repassou a primeira parcela para 113 mil famílias. A ação assegura o valor de R$ 400 divididos em cinco parcelas de R$ 80. Também foi destacado o Crédito Rural, que dispõe de R$ 1 bilhão para atender agricultores familiares, empreendedores individuais e cooperativas de produção.

A ministra também citou ações estruturantes como a ampliação do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), a criação do Pronaf Semiárido, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), o Luz para Todos, o Bolsa Família, o Programa de Benefício de Prestação Continuada (BPC), a Aposentadoria Rural e o Fomento.

Um documento com propostas e recomendações relativas à convivência com o Semiárido foi lido pela conselheira do Consea Elza Braga e será entregue à presidenta Dilma Rousseff. Entre as estratégias, o texto propõe a elaboração de uma Política Nacional de Convivência com o Semiárido.

A agricultora do sertão pernambucano Maria Joelma Pereira ressaltou, durante a reunião, que sua família tem convivido melhor com a seca graças às ações do governo federal. “Se não tivesse a cisterna para consumo e para produção, teria perdido a criação”. Mãe de três filhos, ela disse que é preciso garantir às famílias o direito de conviver com a estiagem. “Gosto muito do meu Nordeste e quero viver lá com dignidade”.

FONTE: MDS

FATRES realiza primeira reunião da nova diretoria


A FATRES realizou hoje (21) em Valente, a primeira reunião da nova diretoria, eleita no mês de maio para o quadriênio 2012/2016. O encontro teve como objetivo definir agendas e socializar informações sobre o funcionamento da entidade com os novos membros.

O Coordenador Geral, João Nílton Ferreira, destacou que cabe a nova direção vencer desafios nas áreas de previdência social, reforma agrária, educação, assistência técnica rural (ATER), entre outras atividades desenvolvidas pela FATRES e sindicatos dos trabalhadores rurais filiados, e para isso é preciso o compromisso de todos.

Para o Gestor de Projetos, José Silva, é necessário que cada membro assuma responsabilidades como forma de descentralizar as ações e fortalecer os sindicatos em seus municípios. José também apresentou alguns dos projetos que estão sido desenvolvidos pela entidade.

Uma das representantes da Secretaria de Jovens, Marinalva Alves, enfatizou a necessidade de se promover ações direcionadas a juventude. Para ela é preciso criar estratégias para apresentar ao jovem a importância do sindicato. “Os sindicatos precisam fazer algo que atraia o jovem. Algo que o faça compreender o valor desse trabalho”, ressaltou.

Um novo encontro será realizado nos dias 24 e 25 julho.

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Audiência pública debate conflitos agrários no Território do Sisal

Os constantes casos de perseguição e assassinatos que vem acontecendo no Território do Sisal pela disputa de terra, motivaram a realização de uma audiência pública, na última sexta (15) em Biritinga. O evento, organizado pela FATRES e Conselho de Desenvolvimento Rural Sustentável da Região Sisaleira da Bahia (CODES Sisal), contou com a participação de agricultores familiares dos municípios de Araci, Biritinga e Teofilândia, representantes de entidades da sociedade civil e órgãos públicos. 

O representante do Fórum Baiano da Agricultura Familiar, Urbano Carvalho, apresentou um histórico da violência que vem acontecendo em alguns municípios do Território do Sisal, lembrando dois assassinatos ocorridos nos meses de abril e junho deste ano, nos quais o processo de investigação é insatisfatório. Ele destacou a perseguição sofrida pelos movimentos de reforma agrária, o descaso na investigação dos assassinatos de agricultores por causa da terra e a falta de uma política de reforma agrária. 

De acordo com Urbano é preciso um política de acesso à terra urgente, como forma de garantir a paz nas comunidades rurais, aposentadoria ao trabalhador rural, a permanência do jovem no campo e o acesso ao crédito. “O Governo do Estado da Bahia tem que aproveitar esse momento para dar título de terra a quem realmente tem direito”, salientou.

Para o Coordenador Geral da FATRES, João Nílton Ferreira, é preciso que haja união entre as entidades para mudar questões como a falta de acesso a terra e violência que os trabalhadores rurais vêm enfrentando no Território. 

O assessor jurídico da Coordenação de Desenvolvimento Agrário da Bahia (CDA), Bruno Prado, informou que nos últimos dois anos o Governo do Estado não entregou nenhum título de terra. De acordo com ele existem aproximadamente 20 mil títulos de terra retidos na CDA por orientação da Procuradoria Geral do Estado. “Hoje nós temos entre 18 e 20 mil títulos de terra represados na CDA, enquanto não se discutia a melhor forma de fazer a regularização fundiária na Bahia”, explicou.

Segundo o assessor, a partir do mês de agosto a CDA voltará a entregar títulos e fazer novos cadastros.

A Delegada Agrária, Giovana Bomfim, afirmou que a Polícia civil, através do Grupo Especial de Mediação e Acompanhamento de Conflitos Agrários e Urbanos (Gemacau) tem investigado os crimes dessa natureza em todo o Estado e está preparado para esse tipo de atuação. 

Depois de ouvir várias queixas sobre a investigação do assassinato do agricultor Edvaldo Bispo de Santana, ocorrido no mês de abril, por causa da disputa de terra, a Delegada tomou o depoimento de todas as testemunhas no final da audiência e se comprometeu a apurar se há irregularidades no processo. 

No final do encontro foi produzido um documento contendo reivindicações que será entregue ao INCRA, CDA e Polícia Civil.

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Garantia-Safra antecipa pagamento da safra 2011-2012


Pela primeira vez na história do Garantia-Safra, agricultores de municípios aderidos ao seguro receberão o pagamento do benefício no mês de junho. Serão 76.028 agricultores e agricultoras de 111 municípios, da Bahia e de Minas Gerais. Os agricultores receberão a primeira parcela do seguro pelas perdas sofridas na safra atual (2011-2012). 

Esta antecipação é mais uma medida do governo para reduzir os efeitos da estiagem. Serão investidos R$ 2,7 bilhões em diversas ações, de defesa civil a linha de crédito. Os pagamentos do Garantia-Safra serão realizados nas mesmas datas definidas pelo calendário de pagamentos de benefícios sociais da Caixa Econômica Federal.

Os municípios atendidos em junho foram os primeiros a realizar os procedimentos necessários para definir os pagamentos e cumprirem os requisitos definidos pelas normas do Garantia-Safra - pagamento dos aportes estaduais e municipais, solicitação de vistoria, indicação de técnico vistoriador, realização das vistorias, digitação dos laudos no sistema de verificação de perda do Garantia-Safra e comprovação de perda de, no mínimo, 50% da safra.

Devido ao cumprimento de todos os critérios definidos pelo Garantia-Safra e em função do calendário de plantio, os primeiros a receberem são os 88 municípios baianos e os 23 municípios mineiros.

A partir de julho, entram na folha de pagamento outros municípios que solicitaram vistoria, comprovaram perdas de, no mínimo, 50% e atenderam aos critérios do programa.

O número de municípios que solicitaram vistoria já chega a 724 devido ao forte período de estiagem na região.

FONTE: MDA



MDS trabalha para levar desconto na conta de luz para mais 6,7 milhões

Levantamento das distribuidoras de energia elétrica e do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate Fome (MDS) aponta que 9,8 milhões de famílias são atendidas pela Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE), que prevê desconto na conta de luz. Elas representam 59% dos 16,6 milhões que estão no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal com renda mensal de meio salário por pessoa e têm relógio próprio. Os dados, de março deste ano, mostram que as concessionárias ainda precisam alcançar um público de 6,7 milhões de famílias que se enquadra no perfil.

As famílias inscritas no Cadastro Único devem fazer o pedido nas concessionárias, apresentando o Número de Identificação Social (NIS), CPF ou título de eleitor, além da data de nascimento e o nome completo da mãe. É importante também levar a conta de energia elétrica, que não precisa estar no nome do beneficiário.

As pessoas atendidas pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC) também têm acesso à TSEE. Elas devem informar a distribuidora o número de benefício ou o Número de Identificação do Trabalhador (NIT). Já as famílias indígenas ou quilombolas que se encaixem nessas condições têm isenção total da conta de luz até o limite de 50 kWh/mês.

A Tarifa Social beneficia ainda portadores de doença que necessitam usar continuamente aparelhos com elevado consumo de energia. Nesse caso, o critério é de três salários mínimos de renda total da família e ela também deve estar no Cadastro Único. Os descontos são custeados pela Conta de Desenvolvimento Energético.

As distribuidoras do Maranhão e da Paraíba já atingem índices superiores a 90% das famílias que estão incluídas na TSEE. Em Sergipe, Bahia e Ceará, os percentuais de atendimento estão acima de 85%.

A Coordenadora de Gestão dos Processos de Cadastramento do MDS, Ana Gabriela Sambiase acredita que as famílias ainda não conseguiram acessar o benefício por desconhecimento. “Como a legislação anterior estabelecia um desconto automático para consumo inferior a 80 kWh/mês, muitas famílias de baixa renda ainda não sabem que têm direito ao benefício.” Antes, assinala, as famílias com consumo entre 80 e 220 kWh/mês precisavam comprovar renda. Hoje, não há mais necessidade, desde que atendam as condições do programa.

FONTE: MDS


MDA participa da luta contra o trabalho infantil

Hoje (12), Dia Mundial e Nacional de Combate ao Trabalho Infantil, será lançada a campanha deste ano, com o mote: “Vamos acabar com o trabalho infantil. Em defesa dos direitos humanos e da justiça social”. A solenidade, promovida pelo Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPET) acontece às 9h30 no salão Negro do Palácio da Justiça, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF). 

A campanha visa conscientizar a população sobre a importância da questão. Durante o evento, serão apresentados novos dados sobre o trabalho infantil no país. O FNPET, uma organização civil, integra a Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil (Conaeti), coordenada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e da qual fazem parte outros ministérios e órgãos governamentais, bem como organizações da sociedade civil.

O Ministério do Desenvolvimento Agrário é um dos membros da comissão, que busca debater as formas de erradicação do trabalho infantil no Brasil, traçar diretrizes e cobrar ações junto a seus integrantes. O coordenador da Conaeti e chefe da Divisão de Fiscalização do Trabalho Infantil do MTE, Luiz Henrique Ramos Lopes, explica que a comissão congrega órgãos do governo, organizações da sociedade civil e associações de trabalhadores e empregadores. Para Lopes, a participação do MDA na comissão é primordial para que ela atinja seus objetivos. “O MDA é fundamental para a Conaeti, pois tem um alcance muito grande no meio rural”, argumenta.

A importância da ação do ministério se faz visível diante do contingente de crianças que trabalham no campo: de acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), parte da Organização das Nações Unidas (ONU), no mundo, 59% do trabalho infantil encontra-se na zona rural.

O MDA é representado na comissão por meio da Ouvidoria Agrária. O assessor da ouvidoria e representante na Conaeti, Sadi Pansera ressalta que o principal papel do ministério é o de conscientização junto aos movimentos sociais e produtores rurais. “Nós devemos informar, esclarecer e conscientizar os movimentos sociais rurais e os agricultores familiares de que lugar de criança é na escola”, afirma. Ele relata que o MDA luta principalmente contra as piores formas de trabalho infantil, atividades penosas como o trabalho em carvoarias, na quebra de pedras e na aplicação agrotóxicos em plantações.

Pansera informa que o MDA, juntamente com o Incra, autarquia ligada ao ministério, promoverá em julho um encontro para discutir o trabalho infantil no campo. O evento terá um ciclo de palestras, onde serão abordados temas como a legislação brasileira sobre o trabalho infantil, o desenvolvimento da criança e as formas de combater o problema. O encontro ocorrerá no Maranhão, estado nordestino que, juntamente com Bahia e Piauí, está entre aqueles onde a mazela é mais grave.

Para Isa Oliveira, secretária executiva do FNPET, o encontro é de vital importância. “O MDA tem dado uma excelente contribuição ao debate, implementando ações para levar informação ao meio rural”, diz. Ela comemora a realização do encontro no Nordeste, região que, junto com o Norte, apresenta os maiores índices de trabalho infantil no país.

Isa explica que a maior concentração do trabalho infantil no campo se dá entre crianças de 5 a 14 anos, justamente a faixa na qual não é permitido nenhum tipo de trabalho. “Se queremos reduzir o trabalho infantil, é sobre essa faixa que temos que trabalhar”, assegura. A secretária executiva frisa que, diante deste quadro, a atuação do MDA é de extrema importância: “O ministério é um ator decisivo para que as ações de enfrentamento ao trabalho infantil alcancem a população do meio rural e para que tenhamos uma redução efetiva do trabalho de crianças no campo”.

Isa observa que, apesar de ainda sofrer com o problema, o país tem feito avanços. O Brasil reconheceu oficialmente a existência do trabalho infantil em 1992, quando se tornou signatário do Programa Internacional para a Eliminação do Trabalho Infantil (Ipec), da OIT. Foi a partir deste momento que começou a lutar contra a exploração de crianças, nobre causa que completa agora 20 anos.

FONTE: MDA

Sindicatos dos trabalhadores rurais da Região Sisaleira debatem aprovação do projeto de lei da educação do campo nos municípios

De hoje (4) até a próxima quarta, representantes dos Departamentos de Educação do Campo dos sindicatos dos trabalhadores rurais da Região do Sisal, participam do 2º Encontro de Coordenadores do CAT e Baú de Leitura, na Pousada Colibri em Feira de Santana.

Um dos objetivos do evento, promovido pelo Movimento de Organização Coimunitária (MOC), é debater a aprovação, nos municípios, do projeto de lei da educação do campo.

Elaborado por entidades da sociedade civil organizada e Secretarias Municipais de Educação dos Territórios do Sisal e Bacia do Jacuípe com apoio da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), através da assessoria do MOC, o projeto tem como objetivo tornar a educação do campo uma política pública nos municípios. 

A Coordenadora do Programa de Educação do MOC, Vera Carneiro, explica que nos municípios existem diversos projetos de educação do campo, mas para garantir que todos tenham acesso aos serviços é preciso existir leis que regulamentem as atividades. Ela conta que há uma mobilização para a aprovação da lei nos municípios. "Enqunato a educação do campo for só um projeto de algumas entidades, ela atende a poucos. Virando política pública ela vale pra todos. Ela se universaliza", enfatiza.

 Vera destaca que a lei, quando implantada, vai regulamentar a estruturação física, a aquisição de material escolar, a formação do professor e diversos outros temas relacionados a área.

De acordo com a Coordenadora os municípios de Conceição do Coité, Riachão do Jacuípe e Valente estão com o projeto de lei quase aprovado, mas enfatiza que ainda há muito trabalho para assegurar que todos os municípios da Região Sisaleira tenham uma legislação de educação do campo.

ASCOM FATRES
Arlene Freire
(75) 3263 2376

FATRES e MOC realizam curso de elaboração de projetos para Sindicatos dos Trabalhadores Rurais do Território do Sisal

Aconteceu na última sexta-feira (1), na sede da FATRES em Valente, o curso de elaboração de projetos sociais. A iniciativa, destinada a membros dos Departamentos de Educação do Campo dos sindicatos dos trabalhadores rurais do Território do Sisal, é fruto da parceria entre a entidade e o Movimento de Organização Comunitária (MOC), e tem como objetivo capacitar representantes dos sindicatos na elaboração de projetos e captação de recursos.

A Coordenadora do Programa de Educação do MOC, Vera Carneiro, explicou que há dois anos vem acompanhando as atividades dos departamentos de educação do campo dos sindicatos, e que a oficina era uma reivindicação constante dos grupos. 

 


A partir das necessidades reais de cada sindicato, os participantes construíram projetos e já pensam em enviar para secretarias de governo ou órgãos que possam financiar as propostas.

 
 






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