É o que afirmam os entrevistados da primeira reportagem da série “Comida ou Mercadoria: do que se alimenta o mundo?”. Neste programa sobre o direito à alimentação, saiba o que está por trás da produção de biocombustíveis.
O Brasil é o segundo maior produtor de bioetanol do mundo, com cerca de 33% de participação no mercado mundial. A propaganda dos governos apontam o biocombustível como fonte de energia limpa, produzida a partir de vegetais como milho, soja, cana-de-açúcar, mamona, canola, entre outros.
No entanto, organizações e movimentos sociais afirmam que a produção por meio do monocultivo é acompanhada de prejuízos sociais e ambientais.
Nesta reportagem, escute Renata Castelão, da etnia Guarani Kaiowá. A indígena denuncia os males da plantação da cana de açúcar em larga escala no Mato Grosso do Sul.
Já David Vollrath, da organização alemã “Retten den Regenwald” - em português, “Salvem a Selva” - aponta que houve redução de plantações voltadas para a alimentação. Esta é uma das consequências do aumento do cultivo de vegetais para produção de energia.
As reportagens da série “Comida ou Mercadoria: do que se alimenta o mundo?” são resultado de um trabalho da Pulsar Brasil em conjunto com a radio matraca, de Berlim, e a Radio Dreyeckland, de Freiburg, grupos de mídia alternativa da Alemanha. (pulsar)
Ouça o audio: SOBERANIA ALIMENTAR - BIOCOMBUSTÍVEIS
Fonte: Pulsar Brasil


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